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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Nova pesquisa mostra que a subida do nível médio do mar está imparável

Mäyjo, 21.01.14

Nova pesquisa mostra que a subida do nível médio do mar está imparável

 

Por mais que os Governos cheguem a um consenso global para reduzir as emissões de carbono e as empresas invistam em tecnologias sustentáveis, o aumento do nível do mar será imparável e já não pode ser contrariado.

De acordo com cientistas norte-americanos e australianos, apesar das medidas que estão a ser tomadas, há alguns anos, para reduzir as emissões globais de carbono, a expansão da água do mar é um fenómeno muito previsível.

Embora os cortes das emissões possam atrasar o aumento do nível médio do ar, esta consequência já é inevitável devido ao aumento das temperaturas nos últimos trinta anos.

O estudo foi desenvolvido por cientistas da United States National Center for Atmospheric Research e da Climate Central and Center for Australian Weather and Climate Research e concluiu que os efeitos da industrialização aqueceram as águas que se encontram abaixo das superfícies dos oceanos, o que está a causar que as águas dos mares mais profundos se expandam.

Uma vez que estas profundidades não podem ser alcançadas, este calor chegou para ficar. Ou seja, o nível médio do mar vai continuar a aumentar até 2100, quer as emissões sejam reduzidas ou não.

Na verdade, a redução das emissões de carbono pode levar a que esta subida do nível do mar seja mais lenta. Ainda assim não a parará. Segundo os cientistas, estas reduções drásticas podem limitar o aumento no nível médio do mar até 32,2 centímetros em 2100 e 139,4 centímetros em 2300.

 

in: Green Savers Cabo Verde

EUA: uma casa capaz de resistir a tsunamis

Mäyjo, 21.01.14

EUA: uma casa capaz de resistir a tsunamis (com FOTOS)

 

Apesar de ser a maior economia do mundo, os Estados Unidos ainda não conseguem evitar os fenómenos atmosféricos mais extremos. Desde o Furacão Catrina ao Vórtex Polar, os Estados Unidos são frequentemente atingidos por fenómenos extremos que nos lembram que os resultados podem ser devastadores.

O fenómeno mais comum são os furacões e tornados, que todos os anos atingem várias cidades, destruindo principalmente habitações. Para evitar que as casas continuem a ser destruídas ano após ano, o atelier de arquitectos Designs Northwest Architects conceberam uma habitação que suporta os piores fenómenos naturais: desde ventos fortes, chuvas fortes, tempestades e até mesmo tsunamis.

Situada numa zona de leito de cheia na Camano Island, em Washington, a casa de dois andares é suportada por pilares de 1,5 metros, concebidos para suportar onda de alta velocidade. O rés-do-chão, chamado de “andar de cheia” é um espaço multiusos, cujas paredes estão projectadas para se partir em caso de tsunami, deixando assim a parte superior da habitação intacta, refere a Gizmag.

A decoração é simples e de estilo industrial, porém, os arquitectos conferiram-lhe um aspecto mais aconchegante ao introduzir algumas peças de madeira e bastantes janelas para uma luz natural. A habitação é composta por uma cozinha, sala, casa de banho, quarto principal e um quarto mais pequeno. Apesar de a casa ser à prova de tsunami, apenas se saberá se resiste quando for atingida por um.

 

 

in: Green Savers

 

Calor extremo na Austrália mata 100 mil morcegos

Mäyjo, 21.01.14

Calor extremo na Austrália mata 100 mil morcegos

 

Enquanto os Estados Unidos atravessam uma vaga de temperaturas gélidas, devido ao vórtex polar, do outro lado do mundo a Austrália atravessa uma vaga de calor extremo, que está a dizimar as colónias de morcegos.

O cenário poderia ser um filme de Alfred Hitchock, mas não é. Segundo as autoridades australianas, a vaga de calor, que já atingiu temperaturas de 50º Celsius, já matou cerca de 100 mil morcegos, assim como outras espécies de animais.

“´E uma forma horrível e cruel de morrer”, afirma Louise Sanders, presidente do Bat Conservation & Rescue Queensland, cita o Telegraph. “Temperaturas acima dos 43 graus e eles caem dos céus. Estamos a recolher os que não estão a conseguir aguentar e a eutanasiar de forma humana os que podemos”, explica Sanders.

Devido às mortes em elevado número, os animais que literalmente caem do céu vão-se amontoando em propriedades privadas e espaços públicos. Porém, as autoridades já alertaram os cidadãos para não tocar nos animais, já que alguns podem ainda não estar mortos e podem morder, refere o Inhabitat.

Até agora, 16 pessoas que tentavam limpar os quintais dos restos mortais dos animais foram mordidas e tiveram de receber tratamento antiviral, para que não fiquem contagiados com uma espécie de vírus de que os morcegos australianos são portadores.

 

in: Green Savers

Pesticidas estão a tornar as abelhas mais pequenas

Mäyjo, 21.01.14

Pesticidas estão a tornar as abelhas mais pequenas

 

A exposição a pesticidas comuns está a tornar as abelhas, em especial as obreiras, mais pequenas, revela um estudo britânico. Os cientistas receiam que abelhas mais pequenas sejam menos eficientes na produção de mel e a desempenhar a tarefa essencial de polinizar as flores.

Os investigadores da Faculdade de Ciências Biológicas de Royal Holloway, da Universidade de Londres, realizaram testes em laboratório que indicam que pesticidas piretróides atrofiam o crescimento das larvas das abelhas obreiras, causando a redução do tamanho as abelhas que eclodem.

“Sabemos que as abelhas obreiras maiores são mais eficientes na produção de mel. O nosso estudo, que revela que este tipo de pesticida provoca um atrofiamento do tamanho da abelha, é motivo de preocupação uma vez que o tamanho das obreiras é provavelmente uma componente essencial para o sucesso da colónia e abelhas mais que pequenas são menos eficientes a recolher o néctar e o pólen das flores”, explica Gemma Baron, uma das investigadoras que participou no estudo, citada pelo Guardian.

Os pesticidas e insecticidas piretróides são frequentemente utilizados no cultivo de flores para prevenir os danos causados pelos insectos. De acordo Mark Brown, investigador que liderou o estudo, as “abelhas obreiras são essenciais na cadeia alimentar humana, daí que seja importante perceber como as abelhas selvagens são afectadas pelos agentes químicos que são aplicados no meio ambiente”. “Sabemos que temos de proteger as plantas dos danos infligidos pelos insectos mas temos de saber encontrar um ponto de equilíbrio e assegurar-nos de que não estamos a prejudicar as abelhas durante esse processo”, explica.

 

Foto:  Bearseye / Creative Commons

 

in: GreenSavers

Banco de Partilha Social

Mäyjo, 21.01.14

Em 2014 arranca o Banco de Partilha Social (BPS), um projeto de cidadania participativa destinado a apoiar pessoas idosas e a criar postos de trabalho em Portugal.

Como funciona? Quem quiser contribuir, deposita 20 euros por ano no BPS; o valor do dinheiro será mais tarde devolvido em produtos hortícolas. Enquanto isso, o dinheiro servirá para criar uma rede de apoio a idosos, e de hortas sociais, dando trabalho a jovens desempregados.
Se quiser participar, pode fazer uma pré-adesão no site do BPS: http://www.bancodepartilha.org/.
Pode também seguir o desenvolvimento no projeto na página Facebook:  https://www.facebook.com/BancodePartilha
Este vídeo da reportagem no Porto Canal (abaixo), ou este na RTP, explicam melhor como funciona.




Luís Miguel Figueiredo, mentor deste Banco de Partilha Social, esteve envolvido, através da Forever Kids, na ajuda a crianças do Haiti, após o terramoto de 12 de janeiro de 2010, na ajuda ao regresso de 40 cidadãos romenos ao seu país em 2011, e numa rede de transporte para idosos em Cinfães em 2012.

 

in:sustentabilidadenaoepalavraeaccao.blogspot.pt

Sabem o que significa “breast ironing”? Elas sim

Mäyjo, 21.01.14

Nos Camarões, meninas em início de puberdade são vítimas de uma das tradições mais cruéis: o peito é achatado com um pau e uma pedra a ferver. O objectivo é impedir que se desenvolva e, assim, evitar avanços sexuais e gravidez adolescente. Segundo a agência Reuters, uma nova investigação governamental revela que o “breast ironing” tem sofrido uma diminuição de 50 por cento desde que foi “acidentalmente descoberto, durante um inquérito da Agência para a Cooperação Técnica da Alemanha, em 2005, sobre violação e incesto nos Camarões”. As jovens das fotografias são sobreviventes desta prática e vivem na casa de família de Julie Ndjessa, em Douala, onde assistem a sessões educativas sobre violações e enfrentam objectos idênticos àqueles com que foram torturadas.

 

 

 

"À sombra da cultura" mais um ato de violação dos Direitos da Mulheres e mais um exemplo da desigualdade entre géneros.

 

Fonte: p3.publico.pt